segunda-feira, 6 de junho de 2011

Inteligência

Inteligência Emocional
Todos sabemos que temos duas mentes, uma que pensa e outra que sente. Duas modalidades de conhecimento fundamentalmente diferentes que interagem para construir a nossa vida mental. O que torna a Inteligência Emocional atraente é em parte um desejo de compreender a complexidade da interacção humana. Uma mistura equilibrada de motivação, empatia, lógica e autocontrolo que consente aprender e compreender os próprios sentimentos e dos outros, de ter uma grande capacidade de adaptamento e de escutar oportunamente as próprias emoções de forma a desfrutar o lado positivo de cada situação. Motivar-nos a nós próprios e gerir positivamente as nossas emoções, tanto interior como nas relações sociais.

Goleman definiu inteligência emocional como:
"...capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.“
Teoria das Múltiplas Inteligências de Gardner
A visão tradicional de inteligência tem sido fortemente desafiada nos últimos anos, especialmente pela Teoria de Múltiplas Inteligências de Howard  Gardner.

Este psicólogo define inteligência como sendo a capacidade que torna possível a um indivíduo resolver problemas mas também criar objectos, ideias ou outros produtos relevantes e influentes num dado contexto cultural . Ou seja, a inteligência, de uma forma mais simplificada, é a capacidade de resolver problemas e de ser criativo.

 Inteligência e Criatividade
A criatividade está fortemente ligada à inteligência, isto porque, a criatividade é um acto inteligente e define-se como a capacidade de encontrar soluções novas.

O indivíduo criativo é aquele que é capaz de abandonar hábitos e estruturas adquiridas, pondo-as em causa para depois construir novas formas e soluções. As características mais marcantes de um indivíduo que possua criatividade são: espírito crítico, independência de pensamento e acção; falta de interesse pelas actividades de grupo que exijam conformismo, desejo de comunicar e gosto pela complexidade.

Assim, todos os indivíduos têm capacidade para serem criativos, porém só o poderão ser se estiverem dispostos a tal, ou seja, se souberem aceitar e usar as críticas de uma forma construtiva.

Filipa Lemos

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