quarta-feira, 6 de abril de 2011

Martin Luther King Jr.



Martin Luther King  Jr. Nasceu em Atlanta a 15 de Janeiro de 1929 e morreu em Memphis a 4 de Abril de 1968. Durante toda a sua vida foi um activista pelos direitos civis dos negros na América. Por tal, tornou se a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz em 1964. É o autor do mítico discurso “Eu tenho Um Sonho”. Com a ajuda de apoiantes da sua causa, lutou sempre para quebrar os preconceitos que existia na altura contra os negros, conseguindo tal. Fez inúmeras marchas contra o preconceito, sempre pacíficas.

Mas como é impossível mudarmos as atitudes a todas as pessoas, havia opositores. Luther King sempre foi alvo de conspirações e de assassinatos. No dia 4 de Abril de 1968 tal aconteceu. Antes do inicio de uma marcha em Memphis, James Earl Ray matou-o, mas o seu legado será para sempre lembrado.

Podemos dizer que não somos racistas, mas se não mudarmos comportamentos não adianta de nada, mas Luther King conseguiu isso. Algo mais dificil do que mudar atitudes talvez, pois podemos dizer que realmente o racismo é mau, mas fazermos o mesmo que o condutor do autocarro de Rosa Parks e desprezá-la. Não basta termos em mente o que devemos fazer, o que é bom fazer e o que não se deve fazer, temos de alterar isso na prática também: temos de mudar os nossos comportamentos, por mais dificil que pareça, Martin Luther King Jr. é um exemplo que podemos mudar as atitudes das pessoas se lutarmos para tal,  conseguindo mudar a atitude de um povo, o povo americano, perante o racismo.

"Quando deixarmos soar a liberdade, quando a deixarmos soar em cada povoação e em cada lugarejo, em cada estado e em cada cidade, poderemos acelerar o advento daquele dia em que todos os filhos de Deus, homens negros e homens brancos, judeus e cristãos, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar com as palavras do antigo  espiritual negro:

«Livre afinal, livre afinal.


Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal.»"
Martin Luther King Jr, Washington 28 de Agosto de 1963 


José Pedro Nunes

Socialização

A socialização é o processo que consiste na interiorização que cada individuo faz, desde que nasce e ao longo de toda a sua vida, dos valores, moralidade, dos seus modelos comportamentais e normas da sociedade em que se encontra inserido. A socialização é indicar ao individuo os modos de pensar, de agir em sociedade e no grupo em que se encontra inserido. Deste processo de aprendizagem o indivíduo aprende a viver em grupo e respeitar esse grupo, sendo a socialização um processo fundamental na integração social.
A socialização da-se com intensidades em contextos diferentes, existindo dois tipos de socialização: primária e secundária. Durante a infância, ocorre a socialização secundária, onde a criança tem como objectivo aprender e interiorizar os processos comunicativos, como a linguagem, as regras básicas da sociedade e os comportamentos admitidos na cultura a que pertence. A socialização primária é fulcral para o indivíduo deixando marcas profundas para toda a sua vida, pois é nesta fase que a base de todos os comportamentos e relações é formada.
A socialização secundária é todo e qualquer processo que introduz o indivíduo em novos sectores do mundo da sua sociedade. O indivíduo adquire este tipo de socialização na escola, nos grupos de amigos ou nos meios de comunicação social.
Nesta fase a sociedade ou grupo criam expectativas em relação ao nosso desempenho social, cultural, comportamental e em termos de atitudes.
É através deste processo de socialização que o ser humano se torna um ser urbano e se constroem as regras da vivencia social, sem ele éramos meros animais que fazem o que querem sem respeitar nada e ninguém, sem capacidade de nos relacionarmos


Sara Mendes

terça-feira, 5 de abril de 2011

A Mente Humana

“Quem pensa em fracassar, já fracassou antes mesmo de tentar”

A mente humana grava e executa tudo aquilo que lhe é enviado . Seja através de palavras, pensamentos ou actos, nossos ou dos outros, sejam positivos ou negativos.
Um cientista de Phoenix Arizona queria provar esta teoria e precisava de um voluntário que chagasse ás  últimas consequências. Conseguiu um em uma penitenciária. Era um condenado á morte, que seria executado em uma cadeira eléctrica.

O cientista propôs-lhe o seguinte: 
Ele participava numa experiência cientifica, na qual seria feito um pequeno corte no seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até á última gota; e teria a sorte de sobreviver caso, o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade, caso contrário, ele iria falecer  pela perda do sangue, pórem, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.
O condenado aceitou, pois ele preferia morrer assim, do que na cadeira eléctrica, e tinha ainda a sorte de sobreviver.
O condenado foi colocado numa cama de hospital e amarrado para não mover o seu corpo. Fizeram um pequeno corte no seu pulso e abaixo do pulso colocaram uma vasilha de alumínio. E disseram a ele que ele ouviria o gotejar do seu sangue, através daquela vasilha.
O corte foi superficial e não atinguiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para que ele sentisse o pulso a ser cortado. Sem que ele soubesse, debaixo de sua cama estava um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava pingando na vasilha de alumínio. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos, o cientista sem que o condenado visse, fechava um pouco da válvula do frasco e o gotejamento diminuia, fazendo com que o condenado acreditasse que o seu sangue estava a diminuir. Com o passar do tempo, ele foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou a válvula…. Teve uma paragem cardiaca e morreu …. SEM TER PERDIDO UMA GOTA DE SANGUE.

Nisto, o cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre tudo o que lhe é enviado pela pessoa, seja positivo ou negativo e que a sua acção envolve todo o organismo , quer a parte psiquica, quer a parte orgânica.

Esta pesquisa é uma forma de alerta para filtrarmos o que nós enviamos para a nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e executa o que lhe é enviado.

“Reflita no que você está fazendo com você mesmo”

                                                                                                 Ana Teixeira

O desafio á diferença cultural

Neste mundo, derivado de sociedades, a forma de viver foi constantemente alterada, conforme o grau de dependência de certos factores. Com isso se explica tão diferenciadas e tão excêntricas culturas que nos são apresentadas nos dias de hoje e desde tempos remotos.
A disputa entre culturas, sempre fez muita guerra e revolta interna, criando um ambiente hostil entre elas e com grande desenvolvimento do ódio, do racismo e da xenofobia.
E agora pergunto-me: será necessária, uma revolta tão veemente sobre nossos homónimos? Certamente que não, mas por vezes interesses de ordem diversa, como o exibicionismo, o poder ou o egoísmo que nos corre nas veias, fazem-nos despender suor, sangue e lágrimas inutilmente.
No entanto ainda estão há margem deste clima, culturas como a Índia, uma das civilizações mais antigas do nosso planeta, onde o contraste entre cidades ou regiões é uma realidade, mas a diversidade de línguas, hábitos e modo de vida não impedem que haja uma grande unidade na cultura do país. Ao mesmo tempo que cada estado tem seu próprio modo de expressão, como na arte, música, linguagem ou culinária, o indiano é profundamente  o sentimento de amor à sua nação e tem orgulho de sua civilização ancestral, o que mantém vivas até hoje muitas tradições.
As religiões são o factor mais determinante nas expressões do povo, como podemos ver em todas as manifestações da arte.  Apesar de tudo, quem imagina a Índia como um país místico, com cheiro a incenso e santos vagueando pelas ruas, deve saber que tudo isso é verdade. No entanto, existe um povo extremamente progressista, que gosta da modernidade e com uma identidade cultural única no mundo.
Assim vemos que é possível viver em harmonia com tanta diversidade dos nossos vizinhos, mas com olhos bem abertos, pois como diz Ralph Emerson: “A solidão é impossível, e a sociedade, factal".
                                                                                          Celso Sousa

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O papel do Pai no desenvolvimento de um filho


Num mundo onde a dinâmica social sofre constantes transformações, torna-se necessária a revisão do papel do pai na estrutura familiar.
Estudos científicos mostram que o papel do pai começa desde cedo. A sua participação e o seu envolvimento devem ter início no momento mais precoce possível. Sabe-se, inclusive, que ao participarem no parto, os pais se sentem extremamente úteis. Mas nem sempre tal se verificou.
O modelo de pai que antes se reflectia no controlo e na autoridade no seio da família, reservava para a mãe as tarefas domésticas, incumbindo-a de tratar única e exclusivamente da educação dos filhos. Este modelo de família tradicional estava assim organizado segundo uma hierarquia em que a figura paternal se baseava essencialmente no poder económico, isentando-se por completo de possíveis manifestações afectivas para com os seus filhos.
No entanto, e devido às mudanças sociais que se fizeram sentir a partir da década de 60 (como a emancipação da mulher), estabeleceram-se novas relações entre homens e mulheres, levando ao aparecimento de novos padrões familiares. O homem tem assim assistido à ruptura progressiva da hierarquia doméstica, assim como ao questionamento constante da sua autoridade.
Apesar do papel materno prevalecer sobre o papel do pai, sabe-se que a importância da figura paternal é altamente notória no desenvolvimento cognitivo, emocional e social de uma criança. Por outro lado, a relação estabelecida com os filhos ajuda ao desenvolvimento pessoal do homem enquanto pai.
Vários são os especialistas que defendem que a quebra do vínculo afectivo com o pai pode gerar sentimentos de abandono e de rejeição por parte da criança que se poderão repercutir nas relações por ela desenvolvidas no futuro, comprometendo a formação de novos vínculos.  Guy Coreant, psicólogo, que afirma que “o pai é o primeiro outro que a criança encontra fora do ventre da mãe”, sendo esta presença que lhe vai servir como suporte e apoio, possibilitando o seu desprendimento da mãe e a passagem do mundo da família para o mundo da sociedade. Também Raissa Cavalcante defende que a figura paterna é a que permite à criança entrar num horizonte de novas possibilidades.
Disto tudo, e não questionando de forma alguma o papel da figura materna no desenvolvimento psico-social de uma criança, podemos concluir que não é por isso que a figura paterna se torna dispensável. Assim, e porque “ser pai não é duplicar a função de mãe mas sim dar uma nova dimensão à vida da criança”, a construção de relações afectivas duradouras (e saudáveis), seja com o pai seja com a mãe, só traz vantagens para o desenvolvimento de uma criança: ao terem um papel mais activo no acompanhamento dos seus filhos, vão contribuir para a formação de expectativas relativamente a relações futuras que as crianças possam vir a desenvolver.


                                                                                                                      Jorge Santos


domingo, 3 de abril de 2011

Corino de Andrade

Conhecer os nossos cientistas e as suas descobertas é conhecer-nos a nós próprios; é conhecer a nossa cultura! É por isso mesmo que escrevo sobre um dos mais elevados expoentes da ciência portuguesa: Corino de Andrade.
Tendo concluído o Liceu em Beja e frequentado o curso de Medicina em Lisboa, Corino de Andrade é conhecido por ter sido o primeiro investigador a identificar e tipificar cientificamente a paramiloidose, a conhecida “doença dos pezinhos”.
Estagiou com Egas Moniz, prémio Nobel da Medicina e Fisiologia, tendo ainda investigado na Clínica Neurológica da Faculdade de Medicina de Estrasburgo.
 Em 1938, e depois da sua passagem por Estrasburgo e Berlim (onde trabalhou com célebres neuropatologistas), regressou a Portugal e acabou por se fixar no Porto. Nesta cidade, destacou-se o importante trabalho do investigador português que fundou o serviço de Neurologia do Hospital de Santo António.
Numa altura em que a investigação não recebia qualquer incentivo em Portugal, Corino de Andrade destacou-se pelo esforço e persistência que marcaram a ânsia de um indivíduo determinado, que mesmo sem apoios prosseguiu os seus estudos e lutou pelos seus objectivos.
Mesmo reformado, Corino de Andrade fundou conjuntamente com o professor Nuno Grande o Instituto de Ciências  Biomédicas Abel Salazar, uma nova escola de medicina e de outras áreas do saber, dedicada a Abel Salazar, médico, investigador e prosador português que terá dito que “Um médico que só sabe medicina nem medicina sabe”.
Corino de Andrade faleceu em 2005.



A paramiloidose…



 A paramiloidose é uma doença neurodegenerativa, cujos principais sintomas são a perda de peso e sensibilidade a estímulos.
A doença é transmitida por via genética de geração em geração e resulta de uma anomalia que faz com que uma proteína modifique a sua estrutura (em consequência de uma mutação do código genético), tornando-se a mesma insolúvel, acabando por formar fibrilhas de amilóide em torno de variados tecidos, como por exemplo, os do sistema nervoso.
Para além do sistema nervoso, a doença pode afectar outros órgãos como o coração e os rins.
Actualmente um transplante hepático pode ajudar a retardar a evolução da doença, tendo contudo sido já divulgados dados de um ensaio clínico no qual um novo fármaco conseguiu travar a evolução da paramiloidose (link).

Mário

Estereótipos sociais


Walter Lippmann (1992/1961) é considerado o fundador da conceptualização contemporânea dos estereótipos e do estudo das suas funções psicossociais.

O termo ‘estereótipo’ já existia desde 1798, mas o seu uso corrente estava reservado à tipografia, onde designava uma chapa de metal utilizada para produzir cópias repetidas do mesmo texto (Stroebe e Insko, 1989). O termo também já era usado de forma esporádica nas ciências sociais para denotar algo ‘fixo’ e ‘rígido’, o que se prende com a origem etimológica da palavra: stereo que, em grego, significa ‘sólido’, ‘firme’.

Por analogia, Lippmann salientou a ‘rigidez’ das imagens mentais, especialmente aquelas que dizem respeito a grupos sociais com os quais temos pouco ou nenhum contacto directo. A visão dos estereótipos como algo rígido caracterizou muitos dos estudos posteriores sobre esta temática. No entanto, o autor não descurou a possibilidade de mudança dos estereótipos e salientou o carácter criativo da mente humana.

Lippmann conceptualizou os estereótipos como resultantes de um processo ‘normal’ e ‘inevitável’, inerente à forma como processamos a informação.

Ele (Lippmann) define os estereótipos como imagens mentais que se interpõem, sob a forma de enviesamento, entre o indivíduo e a realidade. Segundo o autor, os estereótipos formam-se a partir do sistema de valores do indivíduo, tendo como função a organização e estruturação da realidade:

“For the real environment is altogether too big, too complex, and too fleeting for direct acquaintance. We are not equipped to deal with so much subtlety, so much variety, so many permutations and combinations. And although we have to act in that environment, we have to reconstruct it on a simpler model before we can manage with it. To traverse the world men must have maps of the world” (Lippmann, 1922/1961: 16).

Lippmann salienta o papel activo do indivíduo na construção dos estereótipos que são sempre ‘selectivos’ e ‘parciais’.

Um dos motivos que explicaria o carácter ‘fixo’ dos estereótipos seria precisamente a necessidade do indivíduo proteger a sua definição da realidade.

Quando um membro de determinado grupo age de forma contraditória ao estereótipo, Lippmann considera que, na maior parte das vezes, este membro passa a ser visto como uma excepção, mantendo-se o estereótipo intacto. Este só é abalado se o indivíduo ainda tiver alguma flexibilidade de espírito ou se a informação incongruente for demasiado impressionante para ser ignorada:

“If the experience contradicts the stereotype, one of two things happens. If the man is no longer plastic, or if some powerful interests make it highly inconvenient to rearrange his stereotypes, he pooh-poohs the contradiction as an exception that proves the rule, discredits the witness, finds a flaw somewhere, and manages to forget it. But if he is still curious and open-minded, the novelty is taken into the picture, and allowed to modify it. Sometimes, if the incident is striking enough, and if he has felt a general discomfort with his established scheme, he may be shaken to such an extent as to distrust all accepted ways of looking at life” (Lippmann, 1922/1961: 100).

O estudo empírico dos estereótipos começou pouco depois da publicação da obra de Lippmann. Fortemente influenciado pela definição dos estereótipos como ‘pictures inside our heads’, Rice (1926-1927; referido por Oakes, Haslam e Turner, 1994) realizou um estudo em que apresentou aos participantes uma série de fotografias de pessoas pertencentes a diferentes grupos sociais. Estes efectuaram facilmente correspondências entre as fotografias e os ‘social types’ e procederam a atribuições de traços de personalidade, baseando-se neste processo de correspondência. Esta técnica não teve, contudo, grande sucesso na altura, só vindo a ser recuperada muito mais tarde.

LaPiere, um psicólogo social americano branco, viajou pelos EUA acompanhado por um casal de chineses, bem parecidos e bem vestidos, muito sorridentes e com um “inglês sem pronúncia” (1934: 232). O autor foi anotando as reacções dos funcionários dos diversos estabelecimentos hoteleiros. Nesta viagem foram recebidos em 66 hotéis e em 184 restaurantes e cafés, tendo apenas sofrido uma recusa num hotel. Algum tempo depois foi enviada uma carta a cada um destes estabelecimentos, perguntando se aceitariam chineses como clientes. Das respostas recebidas, 92% eram negativas, tendo as restantes afirmado que dependeria das circunstâncias.

Os resultados mostraram que é possível haver uma manifestação de tolerância ao nível comportamental e, simultaneamente, uma expressão de intolerância ao nível atitudinal, pelo que foram interpretados como reflectindo uma inconsistência entre atitudes e comportamentos

A discrepância entre atitudes e comportamentos está bem ilustrada empiricamente por réplicas do estudo de LaPierre. Por exemplo, Kutner, Wilkins e Yarrow (1952) replicaram este estudo de LaPiere usando como grupo-alvo os negros, tendo obtido resultados idênticos. De referir, no entanto, que o estudo foi realizado com três jovens, duas brancas e uma negra, “bem vestidas e bem educadas”. Assim, tanto neste estudo como no anterior, o estatuto social percebido das pessoas-alvo poderá ter tido forte impacto nos resultados.

Apesar das críticas iniciais ao método de questionário, esse foi, sem dúvida, o mais popular no estudo dos estereótipos, pelo menos até à ‘revolução cognitiva’. O método mais utilizado foi o da ‘lista de adjectivos’, desenvolvido por Katz e Braly (1933; 1935).

 João Cardoso